O sol terminava de se pôr neste segundo dia (25) de Lollapalooza Brasil quando a dupla Sofi Tukker subiu ao palco. Já familiarizados com a plateia do evento, sobretudo por intermédio de sua parceria com a drag queen Pabllo Vittar, o projeto formado por um alemão e uma norte-americana entregou uma apresentação vibrante, cheia de cores, movimentos e distorções.
Pabllo, aliás, fez sua segunda aparição na festa (ontem, na sexta (24), ela roubou a cena ao lado de Lil Nas X e Pedro Sampaio). Agora, acompanhada pelos primeiros parceiros internacionais, ela entoou o hit “Energia”. Foi condizente: embalada pela pulsão do house, a queen rebolou e mostrou um domínio de palco compatível com a energia que conseguiram despertar seus anfitriões.
O Brasil, de fato, se viu reverenciado ao longo de todo o concerto. As interações de Sophie Hawley-Weld com o público em um português fluente foram um ponto de destaque, responsável por criar uma conexão diferente com a plateia. Algo único, daria pra dizer.
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Não que seja uma obrigação do artista saber o idioma, mas a impressão que isso deixou é a de que os anos vividos por aqui em intercâmbio foram responsáveis por moldar de alguma forma aspectos dessa obra tão complexa e popular ao mesmo tempo.
O show avançou e mais parecia querer transformar Interlagos em uma grande balada ao ar livre. Um momento perfeito para as góticas suaves, que não hesitaram ao cantar em coro a potente “Drinkee”, totalmente escrita no nosso idioma.
No que tange os instrumentos, a guitarra teve uma participação importante no decorrer da apresentação. Isto porque por meio de imponentes projeções e uma postura quase hipnótica, a artista trabalhou na criação de uma atmosfera sensorial, digna das tardes quentes que se pode experimentar em um verão europeu.
Os vocais graves do parceiro Tucker Halpern, marcados pela repetição de frases e versos, conferiram um ar de psicodelia que, por vezes, se deixou atravessar pela leveza dos versos de sua companheira. Uma oposição quase perfeita.
Outro momento que merece menção é a interpretação de “Freak”, uma delíciosa faixa que busca referências no funk norte-americano para construir uma sedutora linha de baixo. Ainda que as batidas pré-gravadas ditassem o tom, o refrão chiclete cantado por Sophie e a chegada de um ballet mostraram que, em matéria de pop, o duo se mostra afiadíssimo e faz por merecer sua inclusão no Palco Adidas e em dita faixa de horário.
Pouco antes de se despedir, o que se ouviu foi o pedido de “mais um” – a consagração total do Sofi Tukker que, apesar de infelizmente ainda ser pouco conhecido, mostrou um domínio impressionante de seus ouvintes.
O Lollapalooza Brasil segue neste domingo (26) com apresentações de nomes como Rosalía e Drake.
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