Meu nome é Phelipe Cruz, sou jornalista, moro em São Paulo e o meu vício é cultura pop. Eu tentei lutar contra, mas foi em vão. Já não consigo mais viver longe das notícias, longe da internet, longe da música, do cinema, da vida nunca monótona das celebridades e das últimas novidades sobre tecnologia.
Obcecado pelo mundo do entretenimento e fascinado pela velocidade e facilidade da internet, tive minha primeira experiência profissional, ainda como estagiário de Jornalismo, no portal iBest. Foi lá também, em 2002, que criei o meu primeiro blog, chamado Philipinas.
Logo em seguida, tive a chance de “cobrir” o mundo da engenharia e da arquitetura ao trabalhar no departamento de Comunicação do Crea-RJ, produzindo matérias para o site, rádio e revista do conselho.
Em seguida, cobri a política fluminense ao fazer parte da equipe de jornalistas da Assessoria de Imprensa da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro e conheci deputados pitorescos que nunca sairão da minha cabeça.
Sobre o Papel Pop
Este blog que vos fala não é muito diferente de mim. O Papel Pop pode ser definido como a cobertura jornalística feita de forma bem-humorada do mundo do entretenimento. Porque não é fácil largar os vícios.
Ficha técnica
Não teria sido possível “subir” o conteúdo e montar toda a estrutura do Papel Pop sem a ajuda do amigo-fotógrafo-super-mega-giga-competente Leonardo Rivello.
O blog também não teria essa cara tão pop, bacana e divertida sem o design certeiro, de bom gosto, moderno e incrível do Kisley Gomes. Sem estes dois, o Papel Pop nunca teria nascido.
Rasgo seda mesmo.